2.1 O ATO DE LER E A PSICOPEDAGOGIA
"A psicopedagogia estuda a aprendizagem normal e patológica tanto
com um sentido preventivo como terapêutico. A aprendizagem abre o caminho da
vida, do mundo, das possibilidades, até de ser feliz." Jorge Visca
A PSICOPEDAGOGIA, SEU OBJETO DE ESTUDO E O ALUNO LEITOR
No fazer psicopedagógico, a
significação do ato de ler é intrínseca à aquisição da leitura, pois na prática
profissional do psicopedagogo, os desvios de aprendizagem de origem patológica
ou de defasagem educacional dos alunos a ser verificados, requerem entender
como este aluno aprende, para tanto a Psicopedagogia tem em seu objeto de
estudo a base para direcionar o aluno para desenvolver suas competências e
habilidades.
Entender como o aluno aprende no
olhar psicopedagógico suscita que cada indivíduo é singular na sua
aprendizagem, assim sendo, no processo de ensino-aprendizagem que este
profissional participa, é preciso significar a prática e o entendimento da
leitura para o aluno, e isto não é sinônimo de ler em voz alta, repetir
palavras ou soletrá-las, mas sim, inserir este aluno no universo das imagens
sonoras devidamente contextualizadas no seu contexto sócio, histórico e
cultural.
Para conhecimento teórico e
reflexão:
Conforme citado mais acima, a
Psicopedagogia tem seu objeto de estudo e abaixo estão alguns excertos de
teóricos da Psicopedagogia para reflexão e estudo:
Nádia Bossa:.
http://www.avm.edu.br/docpdf/monografias_publicadas/i101333.pdf
Para o Psicopedagogo, aprender é um processo
que implica pôr em ações diferentes sistemas que intervêm em todo o sujeito: a
rede de relações e códigos culturais e de linguagem que, desde antes do
nascimento, têm lugar em cada ser humano à medida que ele se incorpora a
sociedade.”(BOSSA,1994,pág 51)
Sônia Kiguel:
o objeto central de estudo da
Psicopedagogia está se estruturando em torno do processo de aprendizagem
humana: seus padrões evolutivos normais e patológicos, bem como a influência do
meio (família, escola e sociedade) no seu desenvolvimento. (2000, p.8)
http://www.webartigos.com/artigos/fundamentos-epistemologicos-da-psicopedagogia/109097/
Maria Lúcia Weiss:
a Psicopedagogia busca a melhoria das
relações com a aprendizagem, assim como a melhor qualidade na construção da
própria aprendizagem de alunos e educadores”.
Bossa, Kiguel e Weiss explicam
como a Psicopedagogia se relaciona com o processo de ensino-aprendizagem frente
ao seu objeto de pesquisa, o que complementa e dimensiona as vertentes
subjetivas e relacionais que norteiam o trabalho deste profissional.
Lembrete: “A vida é um constante ato de
aprendizagem” Jean Piaget
2.2 APRENDIZAGENS LEITORAS E CULTURAIS
O aprendizado da leitura vem
antes do aprendizado em sala de aula, pois o sujeito está inserido em um
contexto cultural desde a sua formação como indivíduo e pressupõe-se que a
leitura faça parte do contexto ao qual está inserido, assim sendo, é preciso
considerar as aprendizagens miméticas (mimese) que acontecem desde o seu
desenvolvimento.
Christoph Wulf, um teórico da
comunicação social explica a mimese na espécie humana:
Aristóteles já considerava que a aptidão
para a aprendizagem cultural e o prazer de a isso se dedicar constituíam um dom
próprio da espécie humana. Essas aptidões miméticas permitem à criança, na
primeira infância, participar da produção e dos processos culturais da
sociedade. Na primeira infância, a criança assimila as produções materiais e
simbólicas de sua comunidade cultural, as quais, conservadas dessa maneira, são
transmitidas à geração seguinte. Em ampla medida, a aprendizagem cultural é
aprendizagem mimética, essencial em inúmeros processos de formação e de
autoformação.
De acordo com Wulf, a
aprendizagem cultural depende da mimese, do que já existe para ser imitado,
copiado e naturalmente repassado de geração a geração. Os balbucios, a fala, o
diálogo e a conversação são imagens sonoras que a criança tem contato desde o
ventre materno, há de se considerar a importância delas para a aquisição da
leitura, ler é um ato que demanda decodificação da escrita por meio da visão,
da fala, do ouvido, do sentido tátil dos dedos (no caso de crianças com
deficiência no aparelho fonador e que necessitam conhecer outras linguagens,
como libras). Ou seja, a aprendizagem mimética é um ato saudável que assegura a
interação cultural da criança com o meio que a circunda.
Explicação complementar:
Mimese ou mimésis (em grego:
hμίμησις, mimesis), é um termo crítico e filosófico que abarca uma
variedade de significados, incluindo a imitação, representação, mímica, imitatio,
a receptividade, o ato de se assemelhar, o ato de expressão e a apresentação do
eu. Figura de retórica que se baseia no emprego do discurso direto e
essencialmente na imitação do gesto, voz e palavras de outrem. Imitação verossímil
da natureza que constitui, segundo a estética aristotélica e clássica, o
fundamento de toda a arte.
O termo surgiu com Platão
que tentou definir o vocábulo em seus diálogos, em "a mais completa
discussão acerca da natureza da arte que recebemos do mundo antigo" porém
não consegue um sentido fixo para a palavra. Aristóteles em “ A Arte Poética”
irá tratar como temática principal de sua obra, e atribui a mimese dois
significados: o da imitação e o da emulação.
acesso em 02/01/2017
No processo de aprendizagem da
aquisição da leitura é preciso o olhar atento do psicopedagogo para qual
sentido o aluno atribui ao texto pronto, não apenas na interpretação do texto,
mas também como o aluno insere este texto no seu contexto próprio, como o aluno
significa este texto.
A diferença entre “aprender”
(adquirir conhecimento) ou “apreender” (assimilar mentalmente, compreender) a
aprendizagem configura-se em muitos desvios de aprendizagens que poderiam ser
evitados caso o olhar e fazer atento do profissional da educação fosse permeado
pela sua formação e estudos acerca de importantes teóricos da educação, tais
como Paulo Freire, Piaget, Emília Ferreiro, Vygotsky, Bakthin, dentre outros.
Para Jean Piaget (1896 – 1980),
Psicólogo e Filósofo suíço, o processo de aquisição da aprendizagem passa por esquemas
distintos que são nomeados de equilibração, assimilação e acomodação.
A equilibração é um mecanismo que
está entre a assimilação e a acomodação, ou seja, seria um ponto de equilíbrio
entre ambas que assegura que a criança possa interagir de forma eficiente com o
meio ambiente. A equilibração propicia o conhecimento do aprendizado por meio
de tentativas. Portanto, as tentativas são necessárias e o profissional da
educação ou o psicopedagogo deve respeitá-la de acordo com o ritmo e
aprendizagem do indivíduo, já que é muito comum que aconteçam erros e acertos
enquanto a equilibração aconteça em busca de uma adaptação.
A equilibração garante que o
indivíduo ao se defrontar com uma nova situação busque uma “adaptação”, que de
certa maneira enfatiza aspectos de sobrevivência, física, mental ou emocional,
como por exemplo, de sobrevivência física, o homem das cavernas teve que
aprender a se alimentar, não apenas de carne, mas também de frutos comestíveis.
É muito provável que alguns frutos comestíveis não fossem apropriados para
consumo, ou seja, foi preciso consumir os frutos para “equilibrar” o que o
deveria ou não ser consumido. A palavra chave para equilibração na teoria de
Piaget é adaptação.

http://psicologiad43.blogspot.com.br/2012/05/assimilacao-acomodacao-e-equilibracao.html
Conforme a imagem acima, a
equilibração conforme já citado está entre a assimilação e a acomodação e a
interação e adaptação fazem parte deste processo de construção da aquisição da
aprendizagem.
Para Piaget, o indivíduo aprende
a partir do momento que interage com seu meio. Mas será apenas a interação que
garante que o ser humano aprenda? Não, de acordo com este teórico, a interação
é o ponto de partida para que a aprendizagem aconteça e entre a interação com o
meio e a aprendizagem efetiva, há a construção (assimilação, equilibração,
acomodação) propriamente dita desta aprendizagem com o intuito de efetivá-la.
(...) o conhecimento não pode ser
concebido como algo pré-determinado nem nas estruturas internas do sujeito,
porquanto estas estruturas resultam de uma construção efetiva e contínua, nem
nas características preexistentes do objeto, uma vez que elas só são conhecidas
graças à mediação necessária dessas estruturas, e que estas ao enquadrá-las,
enriquecem-nas (quando mais não seja para situá-las no conjunto dos possíveis).
(Piaget, 1990, p.1)
A assimilação acontece quando o
indivíduo interage com um novo conhecimento (leia aqui conhecimento como o
contato com uma ideia, um objeto, um elemento da natureza, uma paisagem, ou seja,
tudo aquilo em que o indivíduo entra em contato pela primeira vez) e a partir
desta experiência, que é uma nova descoberta, pode haver ou não a acomodação.
Assimilar um novo conhecimento não significa que o indivíduo aprendeu, para
efetivar a aprendizagem é necessário acomodar o conhecimento.
Na visão dialética de Lev
Semyonovitch Vygotsky (1896-1934), a aprendizagem não acontece da mesma maneira
para todos, pois o aprendizado parte do social para o individual, devidamente
mediado por pessoas com mais experiência (os pais, os professores) que são
denominadas de mediadores por este autor.
Piaget e Vygotsky em suas teorias,
concordam que o conhecimento não é inato e empirista, para estes autores é
necessário que aconteça a interação mediada com o meio para que a aprendizagem
aconteça
Alguns alunos perguntam acerca da
importância da mediação como determinante para a aprendizagem! Sim, desde que o
indivíduo tenha ação e motivação para avançar na aprendizagem.
Observação:
A aquisição da competência
leitora acontece, conforme estudamos, por meio da interação da criança, do
indivíduo com a sua cultura, seu meio e a mediação (pessoas mais experientes ou
suportes mediáticos) é fator preponderante para que a aprendizagem aconteça.
E enfim, para que a acomodação
aconteça é necessário, de acordo com Piaget, que o indivíduo possa reconstituir
o aprendizado na sua plenitude.
De acordo com Paulo Freire (1921
– 1997), a leitura é mediadora de sentidos entre o sujeito e o mundo que o
cerca, assim sendo, como o aluno significa o texto no seu contexto próprio,
leia-se aqui, cultural, vai além da interpretação mecânica que algumas vezes
desmotiva o aluno leitor na prática da leitura.
No imaginário do aluno permeia a
ideia de que há uma interpretação correta, o que o afasta de adentrar no texto,
destrinchá-lo e inseri-lo no seu próprio universo cultural.
Assim, como um país, um estado,
uma cidade, um bairro, um vilarejo tem culturas próprias, a família deste aluno
tem também uma cultura singular que o diferencia de outras famílias. E o ato de
ler é também um ato cultural que perpetua a historicidade pessoal.
Respeitar a leitura do aluno
acerca do que ele sente e visualiza no texto é um caminho para que o
psicopedagogo ajude este aluno a ser um leitor competente, pois de acordo com
Paulo Freire, entender um texto escrito está intrínseca a materialidade do
contexto sócio, histórico e cultural, já que este autor afirma que “a leitura
do mundo antecede a leitura da palavra”.
2.3 A importância do ato de ler: as palavras mundo e articulações
teóricas
No ano de 1981, Paulo Freire na
abertura do Congresso Brasileiro de Leitura, em Campinas, disserta sobre a
leitura do mundo como propulsora do pensamento crítico, ou seja, retoma a
questão de que somos cidadãos críticos e devemos atuar em consonância com o
mundo a nossa volta, e é por meio da leitura, que Freire (2009, p.11) afirma
que esse processo envolve “uma compreensão crítica do ato de ler, que não se
esgota na decodificação pura da palavra escrita ou da linguagem escrita, mas
que se antecipa e se alonga na inteligência do mundo”.
Falamos em textos prontos, com
significados, histórias e gêneros próprios, mas e as palavras? As palavrasmundo,
para Paulo Freire, seriam, mesmo isoladas da frase, mediadores de sentido
sócio, histórico e culturais, e antecedem a compreensão da escrita, ou seja, da
alfabetização propriamente dita.
O termo palavramundo
significa que a palavra já faz parte do mundo, e o autor vai além quando afirma
que por meio de uma palavra proporciona-se a leitura do mundo.
A importância do ato de
ler: em três artigos que se completam
Paulo Freire
“[...] Creio desnecessário
me alongar mais, aqui e agora, sobre o que tenho desenvolvido, em diferentes
momentos, a propósito da complexidade deste processo. A um ponto, porém,
referido várias vezes neste texto, gostaria de voltar, pela significação que
tem para a compreensão critica do ato de ler e, conseqüentemente, para a
proposta de alfabetização a que me consagrei. Refiro-me a que a leitura do
mundo precede sempre a leitura da palavra e a leitura desta implica a
continuidade da leitura daquele. Na proposta a que me referi acima, este
movimento do mundo à palavra e da palavra ao mundo está sempre presente.
Movimento em que a palavra dita flui do mundo mesmo através da leitura que dele
fazemos. De alguma maneira, porém, podemos ir mais longe e dizer que a leitura da
palavra não é apenas precedida pela leitura do mundo mas por uma certa forma de
“escrevê-lo” ou de “reescrevê-lo”, quer dizer, de transformá-lo através de
nossa prática consciente.
Este movimento dinâmico é
um dos aspectos centrais, para mim, do processo de alfabetização. Daí que
sempre tenha insistido em que as palavras com que organizar o programa da
alfabetização deveriam vir do universo vocabular dos grupos populares,
expressando a sua real linguagem, os seus anseios, as suas inquietações, as
suas reivindicações, os seus sonhos. Deveriam vir carregadas da significação de
sua experiência existencial e não da experiência do educador. A pesquisa do que
chamava universo vocabular nos dava assim as palavras do Povo, grávidas de
mundo. Elas nos vinham através da leitura do mundo que os grupos populares
faziam. Depois, voltavam a eles, inseridas no que chamava e chamo de
codificações, que são representações da realidade.A palavra tijolo, por
exemplo, se inseriria numa representação pictórica, a de um grupo de pedreiros,
por exemplo, construindo uma casa. Mas, antes da devolução, em forma escrita,
da palavra oral dos grupos populares, a eles, para o processo de sua apreensão
e não de sua memorização mecânica, costumávamos desafiar os alfabetizandos com
um conjunto de situações codificadas de cuja decodificação ou “leitura”
resultava a percepção critica do que é cultura, pela compreensão da prática ou
do trabalho humano, transformador do mundo. No fundo, esse conjunto de
representações de situações concretas possibilitava aos grupos populares uma
"leitura" da "leitura” anterior do mundo, antes da leitura
palavra.” . (Página 13).
De acordo Mikhail Bakhtin:
As palavras são tecidas a partir de uma
multidão de fios ideológicos e servem de trama a todas as relações sociais em
todos os domínios. É portanto claro que a palavra será sempre o indicador mais
sensível de todas as transformações sociais. Mesmo daquelas que apenas
despontam que ainda não tomaram forma, que ainda não abriram caminho para
sistemas ideológicos estruturados e bem formados. (Bakhtin, 2002, p.41)
No viés ideológico, o ato de ler
abarca duas vertentes importantes: a alfabetização e sua competência leitora e a
própria leitura do mundo a que se refere Paulo Freire. Ler o mundo é sinônimo
de significar as realidades sóciais, históricas e culturais que deflagram
mudanças sociais importantes. Por meio da leitura, que perfaz o entendimento do
mundo, pode-se criar, recriar, fazer-se presente e autor da própria vida e da
historicidade cultural.
Autores da educação como Almeida
(2010), concordam que a leitura promove o cidadão a ser cidadão participativo
da vida em sociedade, o que possibilita que este cidadão possa ser
transformador das realidades já existentes. O conceito de significados dos
códigos linguísticos é importante para este autor na medida em que esses
significados estão interligados. A leitura então ocorre por meio de um processo
cognitivo e um processo interativo.
No processo interativo, a leitura
ocorre na interação entre o leitor, o texto e o autor, onde a atividade de
compreensão, decodificação e interpretação estão presentes como elementos
semânticos e episódicos do texto.
Portanto, é por este meio que os
sentidos do texto são construídos pelo leitor e articulados a outros
significados
Solé (1998.2007, p.22) afirma
acerca do ato de ler que a interação com o texto propicia a procura de
significados a partir de objetivos que guiam a leitura. E complementa: “o leitor constrói o significado do texto”
(idem, p.22).
Percebemos então que o aprendizado
do texto não ocorre de modo linear e contínuo (recomenda-se a releitura acerca
os esquemas de Piaget: equilibração, acomodação e assimilação no item 1.2
APRENDIZAGENS LEITORAS E CULTURAIS) assim como afirma Bortoli (2002,
p.45):
o ensino inicial da leitura deve
garantir a interação significativa e funcional da criança com a língua escrita,
como meio de construir os conhecimentos necessários para poder abordar as
diferentes etapas da sua aprendizagem.” (2002, p. 45)
Lemos (2002, p. 147) ao parafrasear
Bakhtin ressalta a importância de valorizar uma obra como fenômeno social, pois
contexualiza o histórico, sociológico,
psicológico e estético, se assim for, não será possível o processo de
esvaziamento do seu conteúdo.
Franchi (1988-2006, p.195), ao tratar do processo de alfabetização de
jovens e adultos observa que a alfabetização deve ocorrer a partir do próprio
texto, adequando-o para o ensino da leitura para estes aprendizes no sentido de
propiciar o ato de ler a partir de contextualizações e significados detentores
de sentido. De acordo com este autor, é preciso motivar a ‘leitura com
significado quando se aprende a ler’, e deixar de enfatizar a ‘leitura para
aprender a ler’.
“A importância do ato de
Ler” de Paulo Freire.
Este livro este disponível
para download no Google:
Janeiro 2017:
BAKHTIN, Mikhail.
Marxismo e Filosofia da Linguagem. São Paulo: Anablume Editora, 2002.
BAKHTIN, Mikhail.
Estética da criação verbal. São Paulo: Martins fontes, 2000.
BOSSA, Nadia A. A
Psicopedagogia no Brasil: contribuições a partir da prática.
RS, Artmed, 1994. Porto Alegre, Artes Médicas.
BOSSA, Nadia A. A
Psicopedagogia no Brasil: contribuições a partir da prática.
RS, Artmed, 2000. 2ª edição. Porto Alegre, Artes Médicas.
KIGUEL, Sônia M. Normalidade X patologia no processo de
aprendizagem: abordagem psicopedagógica. Psicopedagogia ABPp, 1991, Vol. 10.
WEISS, Maria Lúcia Lemme. Psicopedagogia clínica: uma visão diagnóstica. Porto Alegre:
Artes Médicas, 1994.
Links da internet
Mimese:
Aprendizagem cultural e mimese:
jogos, rituais e gestos CHRISTOPH WULF Freie Universität Berlin, Berlim, Alemanha
Tradução e revisão técnica de Carlos Eduardo Galvão Braga e Maria da Conceição
Passeggi
http://www.scielo.br/pdf/rbedu/v21n66/1413-2478-rbedu-21-66-0553.pdf
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